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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Quem inventou o uso do flúor nas caixas-d’águas?
A descoberta do potencial neurotóxico do flúor pela indústria far-macêutica I.G. Farben, (Borkin, Joseph. The Crime and Punishment of I.G. Farben. Free Press/Macmillan, 1978), também responsável pela produção do gás letal utilizado nas câmaras de extermínio, foi o que o levou a ser amplamente utilizado pelos nazistas nas caixa-d’água dos campos de concentração.
De acordo com Charles Perkins, em resposta (resumida) a um pe-dido de esclarecimento da Lee Foundation for Nutritional Research sobre seu livro The Truth About Water Fluoridation, em 2 de outu-bro de 1954:
Os químicos alemães elaboraram um plano de domínio das massas utilizando os reservatórios de água para dominar a população em todas as áreas. Nesse esquema, o fluoreto de sódio ocupava um lugar proeminente.
Doses repetidas de quantidades infinitesimais de flúor envenenam e narcotizam lentamente certas áreas do cérebro, reduzindo a resistência da população e tornando qualquer indivíduo dócil e submisso à vontade daqueles que desejam governá-lo.
O verdadeiro propósito da água fluorada não é beneficiar os dentes das crianças mas reduzir a resistência de todos à dominação, controle e perda da liberdade.
Quando os nazistas decidiram invadir a Polônia e os alemães trocaram informações científicas com os russos, esse esquema de domínio através da medicação da água foi assimilado e se tornaria igualmente perfeito para facili-tar a expansão soviética.
Eu soube disso através de um químico alemão, que além de trabalhar para a indústria química I.G. Farben, desfru-tou de uma posição importante no movimento nazista.
Conto isso com muita preocupação, pois há quase vinte anos venho pesquisando as implicações químicas, bio-químicas, fisiológicas e patológicas do flúor.
Por isso, não receio afirmar que qualquer pessoa que beba água artificialmente fluorada por um período de um ano, ou mais, jamais voltará a ser mental ou fisicamente a mesma.
O depoimento de Oliver Kenneth Goff, membro da Young Commu-nist League, de 1936 a 1939, registrado no Volume 9 do Un-American Activities Report for 1939, é igualmente elucidativo.
Tendo participado da escola de treinamento do Partido Comunista em Nova York e Wisconsin, Goff disse que a fluoração da água utilizada como tranqüilizante nos campos de prisioneiros da União Soviética era muito discutida entre eles, pois acreditavam que o mesmo processo pudesse ser aplicado na América, levando as massas à letargia e docilidade durante a implementação do comunismo.
Uma das estratégia era manter suprimentos de flúor perto dos reservatórios para rapidamente poder jogá-los na água na hora devida. Assim, aqueles que não morressem, ao se sentirem amea-çados, se renderiam para obter água fresca.
Devido à facilidade com que transpõe as barreiras do cérebro, o flúor ataca o sistema nervoso central, provoca instabilidade do humor, perda da memória e do olfato, desestrutura o neocortex e o hipocampo, além de inúmeras outras conseqüências relacionadas ao seu potencial de intoxicação.
Por isso, o flúor, que antes de aparecer como lixo indústrial da produção do alumínio era um produto bastante caro, é um dos principais ingredientes dos venenos de ratos e baratas, dos medi-camentos anestésicos, hipnóticos e psiquiátricos, assim como dos gases hoje utilizados como arma militar.
‡ Intoxicação crônica pelo flúor: ‡
• A fluorose – danificação das estruturas minerálicas do esmalte dos dentes ou dos ossos.
• As disfunções dos rins e da tireóide.
• O aumento da atividade dos osteoclastos e dos osteo-blastos – células que promovem a destruição e a re-generação dos ossos – que, devido à predominância da formação óssea, levam às deformações dos ossos ou exostoses – calombos ósseos, geralmente sob a forma de ossificação das inserções musculares.
Fonte: Mônica Lacombe Camargo
Autora do livro: Dossiê Flúor
O Flúor na História da Humanidade
O flúor é um gás halógeno, como o iodo e o cloro, extremamente volátil e altamente reativo. Daí sua grande facilidade em se combinar a outros elementos. Não sendo possível encontra-lo sob a forma livre, na natureza ele se apresenta como fluorita ou espato de flúor (CaF2), fluorapatita [Ca5(PO4)3F] ou criolita (Na3AlF6).
O nome flúor vem do latim fluere, que significa “fluxo” – a fluorita foi um mineral muito utilizado desde a Antiguidade como agente fundente, ou seja, promotor da fusão de outros elementos sólidos.
O flúor ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado.
Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos.
Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose. As disfunções renais, ao impedirem a perfeita eliminação do excesso de flúor, fazem aumentar os riscos da fluorose.
De acordo com cálculos divulgados em 1977 pelo National Academy of Sciences (NAS), um organismo que diariamente retém quantidades de flúor superiores a 2mg, ao chegar aos 40 anos começa a apresentar problemas estruturais como artrite, escoliose, rugas, arteriosclerose etc., devido à hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, pele e parede das artérias devido, principalmente, à forte interferência do flúor sobre a síntese do colágeno.
No caso dos ossos, dentes e glândula pineal, acrescenta-se ainda a facilidade com que os íons de flúor (1,29Z) substituem os da hidroxila OH- (1,33Z) e se incorporam à estrutura dos cristais de apatita. Por isso, diante do excesso de flúor, esses tecidos perdem a flexibilidade e se tornam extremamente rígidos e quebradiços.
Apesar de qualquer número acima de 15 ppb (partes por bilhão) de chumbo continuar sendo considerado tóxico ao organismo, 1.000 ppb (ou 1ppm) de flúor foi instituído como uma quantidade ideal pelos americanos. Assim, essa medida logo se tornou um dogma inquestionável para muitos, incluindo o Brasil, embora a “idéia” ainda seja rejeitada por mais de 90% dos países da Europa Ocidental, cujos padrões culturais não permitem tal insensatez.
Na verdade, estudos recentes têm apontado a interrupção da fluoração da água como fator de declínio das cáries dentárias, como no caso da Alemanha Oriental (Kunzel W, Fischer T, Lorenz R, Bruhmann S. Dental School of Erfurt, Department of Preventive Dentistry, Friedrich-Schiller-University of Jena, Germany. Decline of caries prevalence after the cessation of water fluoridation in the former East Germany. Community Dent Oral Epidemiol. 2000 Oct;28(5):382-9), do Canadá (Maupome G, Clark DC, Levy SM, Berkowitz J. Faculty of Dentistry, University of British Columbia, Vancouver, Canada. Patterns of dental caries following the cessation of water fluoridation. Community Dent Oral Epidemiol. 2001 Feb;29(1):37-47.), de Cuba (Kunzel W, Fischer T. Department of Preventive Dentistry, Dental School of Erfurt, Friedrich Schiller University of Jena, Germany. Caries prevalence after cessation of water fluoridation in La Salud, Cuba. Caries Res 2000 Jan-Feb;34(1):20-5) e da Finlândia (Seppa L, Karkkainen S, Hausen H. Institute of Dentistry, University of Oulu, Finland. Caries trends 1992-1998 in two low-fluoride Finnish towns formerly with and without fluoridation. Caries Res. 2000 Nov-Dec;34(6):462-8).
Para o Dr. Hugo Theorell (1903-1982), Prêmio Nobel de Medicina (1955) por suas descobertas sobre a natureza e ação das enzimas nas reações oxidativas, justificar a ingestão do flúor com o objetivo de melhorar a qualidade dos dentes não parece “muito inteligente”:
Na sua odisséia através dos fluidos do corpo, a maior parte do flúor fica retida em outros órgãos aos quais pro-vavelmente não acrescenta benefício algum, mas que, possivelmente, representa grande perigo às enzimas”.
Segundo o Dr. James Sumner (1887-1955), Prêmio Nobel de Química (1946) por ter descoberto que as enzimas podem ser cristalizadas:
Todos sabem que o flúor e seus derivados são substâncias altamente venenosas… Nós o utilizamos para envenenar as enzimas, agentes vitais ao organismo. Por essa razão as plantas e os animais morrem.
Fonte: Mônica Lacombe Camargo
Autora do livro: Dossiê Flúor
Autora do livro: Dossiê Flúor
A Aloe na Bíblia
Cântico dos Cânticos, 4,14
Nardo e açafrão, canela e cinamomo, com todas as árvores de incenso, mirra e aloés, com os bálsamos mais preciosos.
Números, 24,6
Elas se estendem como vales, como jardins à beira do rio, como aloés plantados pelo Senhor, como cedros junto das águas.
Salmos, 44,9
Exalam vossas vestes perfume de mirra, aloés e incenso; do palácio de marfim os sons das liras vos deleitam.
Provérbios, 7,17
Perfumei meu leito com mirra, com aloés e cinamomo.
Evangelho Segundo João, 19,39
Acompanhou-o Nicodemos (aquele que anteriormente fora de noite ter com Jesus), levando umas cem libras de uma mistura de mirra e aloés.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Evidências Científicas sobre o Potencial Nutracêutico da Aloe Vera
As plantas sempre estiveram na base de todos os códigos terapêuticos.
A novidade implantada no século passado foi a tentativa de
substituição das plantas por compostos químicos e sintéticos.
A partir da década de 1970, entretanto, nota-se um retorno ao interesse
pelas velhas plantas.
E com ele floresce o segmento dos suplementos alimentares em que as
plantas são classificadas como alimentos funcionais sempre que o
espectro de seus elementos constituintes seja mantido
essencialmente intacto.
Chegando ao ano 2000, a Organização pela Manutenção da Saúde do Hospital
Metodista de Omaha, em Nebrasca, por exemplo,
constatava que 40% das pessoas ali registradas utilizavam principalmente
alho, Aloe vera, uva do monte (cranberry) e echinácea.
Como o uso dos fitoterápicos geralmente é feito sem o conhecimento médico,
os pesquisadores concluíram: “Já que os pacientes utilizam-se dessas plantas
como medicamentos sem uma supervisão médica, cabe aos médicos informarem-se
melhor sobre tais plantas para que efetivamente possam auxiliar seus
pacientes e monitorar os seus efeitos.”
O objetivo é expor o que já está cientificamente comprovado sobre as
propriedades da Aloe Vera – planta sempre reconhecida e muito
valorizada desde o início da nossa civilização pelos grandes expoentes
das ciências médicas que a ela tiveram acesso.
Que, ao final desta leitura, todos os que ainda desconhecem a Aloe vera
possam igualmente passar a valorizá-la. E que os profissionais
da saúde sintam-se mais confortáveis em utilizá-la em benefício da
melhoria da qualidade de vida de seus pacientes e de sua própria prática médica!
Comecemos, pois, por nos inteirar do conhecimento que a milenar medicina
Ayurvédica – código de ciências médicas com mais de 4.000 anos
de tradição – trouxe até nossos dias sobre o potencial fitoterápico
da Aloe vera.
A medicina ocidental perdeu-se da Aloe vera quando seu centro de
referência cultural deslocou-se para o norte da Europa, isto é, para
longe do habitat natural da planta. Deixando de fazer parte do herbanário
“civilizado”, a Aloe vera tornou-se uma espécie de lenda até
a década de 1940, quando reaparece como a grande responsável pela
recuperação da pele das vítimas da bomba de Hiroshima.
Mesmo assim, só nos anos 60, do século XX, começaram a aparecer publicações
científicas sobre ela.
Enquanto o Ocidente procurava decifrar seus elementos constituintes,
a União Soviética já proclamava seu potencial
fitoterápico e reconhecia a ação de suas antraquinonas .
(Diz-se que a União Soviética, enquanto existiu, liderou o conhecimento
científico sobre a Aloe vera, produzindo uma quantidade imensurável de pesquisas.)
Apesar de hoje ainda serem poucas as publicações científicas com uma ampla visão
sobre o potencial fitoterápico da Aloe Vera, a partir de um excelente trabalho
para a clínica veterinária publicado em 1975 , outros vieram.
Com o aumento do interesse científico sobre a Aloe vera, em 1988 já se conhecia
um pouco mais sobre as propriedades de muitos dos seus
elementos constituintes (enzimas, salicilatos etc.), quando se reconheceu sua ação
inibidora sobre os tromboxanos e seus benefícios sobre as ulcerações cutâneas.
Nos anos 90, Aloe vera, alho, eucaliptus, mel, peppermint e rose hips faziam parte
das plantas mais utilizadas pelos simpatizantes de um estilo de vida naturalista.
No final da década, ao pesquisarem todos os dadoscientíficos disponíveis
sobre os benefícios da Aloe vera, Vogler e Ernst, do Departamento de Medicina
Complementar da Universidade de Exeter, na Inglaterra,
constataram que:
“Apesar da Aloe vera ser cada vez mais conhecida do público, a maioria dos médicos
sabem muito menos sobre suas propriedades fitoterápicas que seus próprios pacientes”.
A pesquisa deixa em aberto a “possibilidade” de a Aloe vera ser efetiva contra a herpes
genital e a psoríase, mas afirma existirem duas propriedades indubitavelmente
comprovadas da Aloe vera:O controle dos níveis de açúcar e de lipídios no sangue.
Não deixa, porém, de chamar a atenção a ausência de referências sobre as propriedades
regeneradora/cicatrizante – há milênios reconhecidas por todos os povos que a ela
tiveram acesso – da planta. Isso implica que eles desconsideraram as pesquisas
feitas com animais e as evidências clínicas. Fascina observar o conhecimento,
dito científico, se permitindo levantar dúvidas sobre a tradição milenar, sem
questionar as limitações de uma metodologia adotada a pouco mais de um século,
ou seja, ainda bastante “imatura”.
O milênio, porém, foi encerrado com Reynolds e Dweek, do Jodrell Laboratory, do
Royal Botanic Garden de Kew, prevendo que, cada vez mais, as benesses da Aloe
vera extrapolarão o conhecimento que hoje se tem sobre seu potencial fitoterápico –
seu poder antiinflamatório continua sendo o elemento chave para a maioria dos
processos de cura induzidos por ela.
Eles também denunciaram o fato de a indústria farmacêutica
(obcecadas pelos lucros das patentes) tentar limitar as propriedades
imunomoduladoras da Aloe vera exclusivamente aos polissacarídeos tipo acetilado
de mannan (o acemannan “do” Laboratório Carrington).
E concluíram que, com o crescente aumento de pesquisas, como as que comprovaram o
potencial antidiabético, anticancerígeno e antiinflamatório
da Aloe vera, as expectativas são de que sua utilização venha a ser cada vez mais
ampliada.
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