segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O Poder Regenerador da Aloe

O Poder Regenerador da Aloe Vera no Organismo é impressionante.   

 
Aloe vera ativa os receptores das membranas celulares que funcionam como porta de entrada para os nutrientes e porta de saída para os resíduos tóxicos do metabolismo celular, pois a vitalidade do metabolismo celular se reflete na saúde geral do organismo.

A Aloe vera – um alimento funcional.

Ao garantir a saúde da mucosa e da flora intestinal, auxiliar o processo digestivo e modular as respostas do sistema imunológico não é de surpreender que desde a Antigüidade a Aloe vera seja reconhecida como um alimento de múltiplas funções.
O gel da Aloe vera tem a grande vantagem de poder ser tomado continuamente. Utilizado como um poderoso aliado da saúde, promove a permanente desintoxicação e restauração do organismo. Por isso, sempre foi utilizada como um alimento tonificante.

Todos que fazem da Aloe vera uma aliada, porém, são unânimes quanto ao seu potencial tonificante, que se manifesta das mais diversas formas:

Aumento dos níveis de energia e vigor.
Maior sensação de bem-estar, calma e bom humor.
Maior capacidade de concentração e resistência.
Menos estresse e ansiedade.
Maior resistência aos alergênicos, gripes e resfriados.
Acorda-se mais descansado e predisposto. Vive-se de bem com a vida.



O Acemannan
 
O Suco Aloe Vera (nome científico da planta conhecida como babosa), contém alto teor de uma substância denominada Acemannan. Sua estrutura química é representada por uma longa cadeia em forma de sacarídeo (açúcar) e pertence ao grupo dos mucopolissacarídeos. Acemannan é uma substância produzida pelo nosso corpo até a puberdade. Após esta fase precisa ser absorvida através da alimentação. Acemannan é parte constitutiva de todas as membranas celulares e sua presença é o que faz aumentar a resistência imunológica do organismo contra parasitas, vírus e bactérias causadores de enfermidades. É a base de todas as células do tecido conjuntivo, inclusive a pele, as mucosas, os tendões, articulações, as cartilagens e a parte de que se originam os ossos.
Acemannan é particularmente essencial ao perfeito funcionamento do líquido sinovial - aquela substância do organismo presente nas articulações. Pode prevenir a ocorrência de afecções como a artrite, e, em casos agudos, pode curar. Promove a absorção de água e nutrição do trato digestivo.

O Dr. John C. Pittman explica em seu relatório de pesquisa em "Health Consciousness" (vol.13, no. 1/1992), o seguinte: "Acemannan possui propriedades antivirais, antibacterianas e antimicóticas, que podem ajudar a controlar infestações por Cândida e estabilizar a flora bacteriana dos órgãos digestivos".
Acemannan estimula a movimentação dos órgãos digestivos e contribui para a eliminação, pelo intestino grosso, de proteínas estranhas, causadora de alergias.
Acemannan tem efeito direto sobre as células do sistema imunológico.    Ativa e estimula macrófagos, monócitos, anticorpos e também linfócitos T (células cujo papel é aumentar a resistência imunológica do organismo).

Experimentos de laboratório mostram que Acemannan serve de ponte entre proteínas estranhas e macrófagos (células matadoras) e favorece uma enormidade a captação dessas proteínas estranhas pelos macrófagos.
Esta função de ponte funciona como chave para o fortalecimento imunológico do núcleo celular, que em infecções, tal como HIV/AIDS estão em quantidade insuficiente.  Células protegidas pela presença de Acemannan não mais podem ser destruídas pelos vírus agressivos da AIDS/HIV. Os leucócitos recebem da Acemannan a mesma proteção.

Acemannan quebra a capa das proteínas de células CANCEROSAS. Desta forma, células defensoras podem agredir e eliminar, efetivamente, as células tumorosas (do câncer, por exemplo). Acemannan protege a medula contra os prejuízos causados por venenos químicos e drogas impregnadas.
Por estar presente na membrana celular, o Acemannan pode proporcionar esta abrangente função imunológica e propicia, a um só tempo, tanto a desintoxicação como a atividade preventiva contra doenças. Essa desintoxicação influencia em todo o corpo, e tem como conseqüência uma enorme energização.
A força imunológica de Acemannan encontra-se também nas raízes de Ginseng, Astragalus (erva chinesa), cogumelos Reishi e Shiitake, como também na famosa barbatana de tubarão.

Além destes principais efeitos do Acemannan, encontramos ainda no Suco de Aloe Vera as seguintes substâncias, entre outras: mais de 13 monopolissacarídeos, 11 antraquinonas, 20 espécies de sais minerais, 12 vitaminas, 15 enzimas, 18 aminoácidos (7 essenciais e 11 secundários), 4 ácidos graxos essenciais, saponinas, ligninas e óleos etéricos.
É importante, neste momento, acrescentar algumas informações sobre o acemannan isolado do gel da Aloe vera que, por razões óbvias, gerou uma série de pesquisas e fez com que, durante quase duas décadas, essa única fração da planta tenha sido exaltada em publicações científicas induzindo a crença de que esta seja o único princípio ativo responsável pela ação "sui generis" da Aloe vera – o que não é absolutamente verdade, como ficou provado com o aparecimento do aloeride. 

Por ocasião da descoberta do acemannan e da proclamação da sua suposta onipotência, o Dr. Robert H. Davis e sua equipe desenvolveram uma série de experiências para se certificarem da validade da informação. Ao que concluíram não se poder creditar a esse único complexo polissacarídeo, ou a qualquer outro elemento, o potencial fitoterápico da Aloe vera. E que na verdade, nenhum elemento isolado, independente do seu grau de concentração, tem ação superior à ação gerada pela sinergia do conjunto de todos os elementos constituintes da planta.

Como ilustração, o Dr. Davis desenvolveu a teoria do maestro-orquestra comparando a sinergia estabelecida por todos os bioativos da Aloe vera a uma grande orquestra sinfônica cujo maestro seriam os polissacarídeos de cadeias superlongas (referindo-se ao acemannan) – moléculas que se ajustam aos terminais receptores dos fibroblastos, tal qual uma chave que se encaixa em uma fechadura – que induzem a uma seqüência de eventos bioquímicos a serem desempenhados pelo conjunto dos outros elementos.

Aos olhos de qualquer pesquisador é indubitável o potencial da biodiversidade e bioatividade dos elementos constitutivos da Aloe vera e a relação que têm com os líquidos extracelulares e com o Sistema Fundamental de Regulação (ou Sistema Básico de Pischinger), último responsável pelo equilíbrio homeostásico do corpo – são bilhões de moléculas de água transcritas com o matrix dos seus mais de cento e vinte elementos prontos a serem decodificados pelas outras tantas moléculas de água que constituem os 75% do organismo humano e animal. 

Enquanto já faz tempo que os polissacarídeos são estudados – os da Aloe vera estão sendo destrinchados desde os anos 70 –, só recentemente a ciência despertou para as enzimas. É, portanto, de se esperar que, tão logo se reconheça o verdadeiro potencial das enzimas presentes na Aloe vera, a elas também seja atribuída a batuta de maestro da Sinfônica Aloerense do Dr. Robert Davis.
Quanto às atividades biológicas das moléculas de água, o Dr. Davis parece ser o único a lhes dar alguma importância atribuindo-lhes a função de solvente dos polissacarídeos e veículo de comunicação entre os elementos constituintes da Aloe vera.

A verdade, porém, é que ainda é pouco o que se conhece sobre a extensão do potencial da Aloe vera em simbiose com o organismo humano e animal. Segundo o Dr. Davis:
“Tão logo tal compreensão seja alcançada haverá grandes mudanças e aprimoramento nos inúmeros conceitos que hoje regem a farmacologia.”

Diante do reduzido número de pesquisas sobre a Aloe vera já publicadas, é importante que elas sejam mais divulgadas para que sirvam de estímulo e façam com que os profissionais de saúde se sintam mais confiantes ao incluírem o gel da Aloe vera em seus receituários, pois, afinal, a recomendação da ingestão do suco dessa planta em nada difere do aconselhamento ao uso de ameixas pretas para prisão de ventre, espinafre ou bifes de fígado em casos de deficiência de ferro ou limonada contra a gripe.

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